30 de set. de 2008

Voina i Mir



Finalmente, depois de anos, dei início às sessões de Voina i Mir. São quatro filmes que variam de 1h30 à 2h cada
Os filmes, dirigidos por Sergei Bondarchuk, foram apresentados ao público entre 1965 e 1967, ganhando o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1968.
Certamente, esse filme russo humilha a versão hollywoodiana da década de 50 e, mais ainda, Lyudmila Savelyeva deixa a queridinha Audrey Hepburn a ver navios como Natasha Rostov.
Para mim, Natasha Rostov sempre foi a grande figura da obra de Tolstói. Ela traz o encanto e a tristeza. É única. Natasha tornou-se minha paixãozite platônica desde a primeira vez em que lhe pus os olhos, em 2002, quando li Guerra e Paz.
Essa adaptação é simplesmente fantástica, captando praticamente toda a essência do livro.
Vejam antes de morrer. Façam-lhe esse favor.

Com vocês, Condessa Rostov:





Opus 4

29 de set. de 2008

Sobre Papoulas

Paisagens

1, 2, 3, 4...

Vai ser mais uma noite sem sono.
Ando tão cansado.
Por que tudo parece ser mais difícil só para mim?
Vai ver que só eu consigo me importar com o importunável...


Nornas.... cortem...
... ou façam de titânio duma vez.

28 de set. de 2008

Opus 3

Hijo de la Luna

Temos mania de "adaptar" músicas a cada momento da vida. Talvez isso seja comum...
Uma das que melhor me cabem é essa regravação que a banda Haggard fez para o álbum desse ano.

Todos querem algo. Não culpem a Lua por querer felicidade. Não me culpem...

Segue a letra e, logo abaixo, o som:


Hijo de La Luna

tonto el que no entienda
cuenta una leyenda
que una hembra gitana
conjuro a la luna hasta el amanecer
llorando pedia
al llegar el dia
desposar un calé
tendras a tu hombre piel morena
desde el cielo hablo la luna llena
pero a cambio quiero
el hijo primero
que le engendres a el
que quien su hijo inmola
para no estar sola
poco le iba a querer

[Chorus]

luna quieres ser madre
y no encuentras querer
que te haga mujer
dime luna de plata
que pretendes hacer
con un niño de piel
hijo de la luna

de padre canela nacio un niño
blanco como el lomo de un armiño
con los ojos grises
en vez de aceituna
niño albino de luna
maldita su estampa
este hijo es de un payo
y yo no me lo cayo

[Chorus]

gitano al creerse deshonrado
se fue a su mujer cuchillo en mano
¿de quien es el hijo?
me has engaño fijo
y de muerte la hirio
luego se hizo al monte
con el niño en brazos
y alli le abandono

[Chorus]

y en las noches que haya luna llena
sera porque el niño este de buenas
y si el niño llora
menguara la luna
para hacerle una cuna
y si el niño llora
menguara la luna
para hacerle una cuna




27 de set. de 2008

Opus 2

Opus 1

Dei início a uma série de poemas/prosas gravadas.
Dessa maneira, vou formando minha opera.
Espero que apreciem.

Comecemos, pois, do começo. Eis a Opus de número 1:


Planeta...

Porque tudo começa e termina num riso.


Guache

Odinzinho


(clique para aumentar)


Novamente tentando...

Sejam bem-vindos ou bem-vindas a minha patológica mente.
Quack! Tentarei manter o vento na vela da drakkar para poder sempre navegar.
Todos os outros blogs que fundei deram em nada, por simples e pura incapacidade/falta de vontade deste autor.
Tentarei fazer algo um pouco diferente sempre que der ânimo, pois minha escrita não é lá muito fundamentada em sólidos alicerces. Portanto, enganarei você, leitor, sempre que achar preciso: vídeos e músicas farão parte daqui. Pensamentos também, mas tentarei moderá-los para que não representem apenas meu lado depressi(ati)vo.

Enfim, leiam se quiserem. Comentem se desejarem. Fiquem à vontade.

Que Wotan traga a vocês ventos mais favoráveis do que os meus...